3. Ereleb
Durante o ereleb, na quinta feira à noite, dia 29 de maio de 2025, no auditório do Colégio Estadual Dr. Augusto César Leite, na cidade de Itabaiana - Sergipe, uma das falas que mais nos chamou atenção e inspirou foi a da professora Isabela, que atua na área da educação inclusiva e integra PROFEI. Ela inicia sua fala, dizendo: “-Hoje eu estou usando o verde, e não foi à toa, é a cor da inclusão. Verde lembra esperança, né?” Esse detalhe simples já nos mostra o quanto ela está conectada com o que acredita e com o que está praticando.
Isabela nos apresentou não apenas os detalhes, mas também todo o sonho e o esforço coletivo que tornaram o PROFEI uma realidade. Ela contou que já haviam tentado trazer um programa assim para o departamento antes, mas só agora conseguiram, com apoio de colegas e da professora Mônica. Sua fala reforça a ideia de que “antes do projeto nascer, vem o sonho, vem o planejamento”.
O tema das dissertações que mais nos chamou atenção, sem dúvidas, é o da representatividade e literatura afro-brasileira, esses assuntos se relacionam com as nossas experiências e com o desejo de promover uma educação onde valorize a diversidade, combata o preconceito e fortaleça identidade de crianças e jovens negros. Nós sabemos o quanto a literatura é uma ferramenta de formação e também de pertencimento, por isso é preciso falar e ter a representatividade. Como falamos na nossa postagem anterior, quando comentamos sobre o documentário “Cibernéticas”, é necessário que as pessoas consigam se ver em diferentes lugares da sociedade, inclusive na literatura. A literatura brasileira é certamente enorme, mas muitas vezes ela é deixada de lado. Isso nos deixa o seguinte questionamento: quantos autores negros nós conhecemos? quantas obras de autores negros consumimos?
Através do encontro, especialmente com o discurso da professora Isabela, percebemos que o caminho da educação e da pesquisa não é simples, sem obstáculos, nem mesmo professores formados conseguem atingir suas metas de forma fácil ou imediata. Às vezes, temos pressa em conquistar nossos objetivos acadêmicos e esquecemos que tudo faz parte de um processo. A fala dela nos lembrou que os “nãos” fazem parte da caminhada e que, esses desafios nos preparam para propósito.
Ser educador ou pesquisador não é só ter títulos, mas também ter paciência e fé no processo. Construir sua trajetória aos poucos, com dedicação e propósito, sabendo que cada passo nos aproxima do objetivo: transformar a realidade por meio do conhecimento e da escuta.


Excelente post, meninas! A fala da professora Isabela foi realmente impactante e nos convidou a refletir sobre a importância da educação inclusiva. Sua apresentação transmitiu com clareza o amor e a dedicação que o PROFEI tem com essa causa tão essencial. Para nós, futuras pedagogas, foi extremamente inspirador e significativo, pois reforça o compromisso que devemos ter em promover uma educação verdadeiramente inclusiva e acolhedora.
ResponderExcluirParabéns pelo post, meninas! Excelente posicionamento, a parte que mas me marcou foi a fala da professora Isabela, a fala dela foi riquíssima em conhecimentos, passou uma mensagem muito importante para nós futuros docentes que é acolher a todos na sala de aula.
ResponderExcluirQue relato bonito! A fala da professora Isabela realmente inspira. É bom ver quando alguém acredita de verdade no que faz e mostra isso em cada detalhe. A parte sobre a representatividade na literatura também me tocou muito. Faz pensar mesmo: quantos autores negros a gente conhece? É esse tipo de reflexão que precisa chegar nas escolas, nas salas de aula, nas nossas conversas. Parabéns por trazerem isso com tanta verdade.
ResponderExcluir~ Maria Eduarda
Que texto potente e sensível! A fala da professora Isabela realmente tocou com profundidade. A reflexão sobre representatividade na literatura afro-brasileira também é extremamente necessária. É urgente valorizar vozes negras e garantir que nossas crianças e jovens se reconheçam nas histórias que leem. Que bom ver vocês com esse olhar crítico e cheio de propósito. A caminhada na educação pode ser desafiadora, mas com sonhos, como bem disseram, ela se torna transformadora.
ResponderExcluir~ Maria Roberta
Amei a forma como colocaram a experiência de vocês, a professora Isabela realmente pensou nos detalhes quando usou a roupa verde. Muito legal perceber as várias formas diferentes que essa mesa redonda nos trouxe, mas um ponto liga todos eles: Os obstáculos que são enfrentados. Parabéns pelo post, meninas! Realmente a paciência é um pré-requisito na nossa profissão, mas com foco conseguiremos atingir nossos objetivos!
ResponderExcluirParabéns meninas pelo post!
ResponderExcluirRealmente foi muito bom participar dessa mesa e conhecer mais um pouco do trabalho desses profissionais, que se dedicam constantemente para oferecer um ensino de qualidade. Além disso, o destaque do post sobre a PROFEI demonstra a dedicação na busca de um ensino qualitativo à todos os alunos. Diante da fala da professora Isabela, observamos o quanto é necessária a educação inclusiva nos dias atuais.
Ass. Ângela
ResponderExcluirNossa, meninas, o post tá muito bem escrito e estruturado! A fala da professora Isabela realmente pegou fundo, muito realista mesmo. E esse trechinho do “tô usando verde porque é a cor da inclusão” foi simples, mas forte. Witor aquii!
Samuel o que da fala da professora Isabela pegou fundo e que foi realista e que você pode trazer para dialogar com as meninas? Vamos lá! Quero ver você dialogando nos comentários, certo?
ExcluirMeninas, bacana a forma como aprenderam com essa palestra. Mas, quero convidá-las para olhar essa frase "Através do encontro, especialmente com o discurso da professora Isabela, percebemos que o caminho da educação e da pesquisa não é simples, sem obstáculos, nem mesmo professores formados conseguem atingir suas metas de forma fácil ou imediata". Acho que temos contradição nessa frase, pois vocês aformam que o caminho da educação e da pesquisa não é simples, e logo depois diz que é sem obstáculo. Ou temos problemas na construção da frase ou na ideia. Além disso, quero destacar que ser educador(a) pesquisador(a) significa assumir uma postura reflexiva, investigativa e crítica no exercício da docência. Vai além de apenas ensinar conteúdos: implica produzir conhecimento sobre a própria prática pedagógica, questionar rotinas escolares e buscar constantemente compreende a realidade educacional. Por isso a importância da pesquisa e da pós-graduação. Vamos pensar sobre isso! bjos
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